Descreva as roupas, desde camadas grandes até pequenos detalhes. Comece pela silhueta: jaqueta curta sobre uma túnica longa, uniforme ajustado sob uma capa curta, concha de chuva larga e calças de trabalho afuniladas. Depois, identifique famílias de materiais, direção de fechamento, formato da gola ou capuz, comprimento da manga, tratamento da cintura, posicionamento dos bolsos e calçados. Por fim, adicione desgaste, costura, insígnia ou pequenos acessórios que sustentem a história. Essa ordem ajuda o gerador a preservar o sistema de roupas mesmo que pequenas marcas superficiais mudem.
Adereços precisam de um lar, não apenas de um nome. Uma bússola de latão em um cordão vermelho levanta questões sobre a posição: ela é usada no pescoço, presa ao cinto, guardada no bolso do peito ou mantida na pose principal? Uma bolsa de levantamento requer direção da alça, tamanho aproximado e posição de descanso. Uma espada, câmera, kit médico, instrumento ou companheiro cria ainda mais silhuetas e restrições de movimento. Especifique o ponto de fixação e qual vista deve revelá-lo. Caso contrário, a hélice pode pular de mão em mão, desaparecer no perfil ou se multiplicar.
Use o resultado para verificar se as tiras se conectam, as camadas se sobrepõem logicamente, se os fechos concordam, os bolsos permanecem do mesmo lado, as botas têm a mesma altura e a hélice pode ser carregada sem passar pelo corpo. A textura gerada do tecido pode disfarçar erros de construção, então inspecione as formas grandes antes de admirar a renderização. Se a roupa precisar ser animada ou desenhada repetidamente depois, simplifique fivelas e enfeites de baixo valor. Uma ficha de conceito deve reduzir ambiguidades para trabalhos futuros, não criar um traje que funcione apenas em uma imagem polida.